Firma Israelense pode acessar seu microfone e câmera e cobra caro por isso.

Fundada em 2010 pelos israelenses Shalev Hulio e Omri Lavie, a NSO está sediada no centro de tecnologia hi-tech israelense de Herzliya, perto de Tel Aviv.

Ela produz o Pegasus, uma ferramenta altamente invasiva que pode, supostamente, ligar a câmera e o microfone do celular do alvo e acessar os dados nele, transformando efetivamente o telefone em um espião portátil.

O Pegasus é presentemente o aplicativo preferido dos governos repressores e de detetives de alta classe. Parece que funciona por que os clientes estão dispostos a pagar caro pelo serviço.

Assassinato no México. 

No México, onde o jornalista investigativo Javier Valdez foi morto a tiros na rua em plena luz do dia em 2017, destacados jornalistas e ativistas dizem que o governo do ex-presidente Enrique Pena Nieto os atacou usando Pégasus.

O New York Times informou na época que pelo menos três agências federais mexicanas compraram cerca de US $ 80 milhões em spyware do Grupo NSO desde 2011. 

Pânico na Apple.
Em 2016, a Apple divulgou uma urgente atualização de segurança depois que os reporteres divulgaram que o proeminente ativista dos direitos dos Emirados Ahmed Mansoor foi alvo das autoridades dos Emirados Árabes Unidos usando o spyware da Pegasus.

Ética nesse ramo?

O site da NSO diz que a empresa tem “uma abordagem pioneira para aplicar padrões rigorosos e éticos a tudo o que fazemos”. A empresa diz que tem um processo de verificação de vendas que combina o licenciamento das autoridades israelenses de controle de exportação com uma revisão interna de um comitê de ética nos negócios.

É valido. Com poucos recursos naturais, criatividade é a solução. 

fonte: https://www.wionews.com/photos/how-israel-spyware-firm-nso-operates-in-shadowy-cyber-world-218782#jamal-khashoggi-218755

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