O Irã afirma que ambientalista suicida era agente do Mossad

O promotor-chefe de Teerã afirmou na terça-feira que um renomado ambientalista iraniano-canadense que morreu na prisão no Irã fazia parte de uma rede de espionagem criada pelo Mossad israelense e pela CIA.

Kavous Seyed Emami, 63, renomado professor e fundador da Fundação do Patrimônio da Vida Persa, foi enterrado na terça-feira na vila de Ammami, ao norte de Teerã.

Funcionários dizem que cometeu suicídio em sua cela após serem presos junto com sete membros de sua ONG.

O promotor de Teerã, Abbas Jafari Dolatabadi, afirmou que a ONG foi criada “há cerca de uma década” como uma capa para coletar “informações classificadas em campos de defesa e mísseis”.

“Os réus no caso, sob a orientação dos oficiais de inteligência da CIA e do Mossad, realizaram uma missão tripla centrada no meio ambiente, infiltrando a comunidade científica e coletando informações dos centros sensíveis e vitais do país, incluindo bases de mísseis”, ele foi citado por AFP como tendo dito.

Ele disse que Emami era um dos principais contatos para agentes dos EUA e um oficial de inteligência havia ficado em sua casa.

“Os membros desta rede instalaram câmeras em áreas estratégicas sob o controle do meio ambiente, enquanto, de fato, monitoram as atividades de mísseis do país”, afirmou Dolatabadi.

Um dos principais projetos das ONGs foi o monitoramento da chita asiática em perigo, o que significava que eles operavam em grandes extensões da província de Semnan, que é o lar de locais militares e campos de testes de mísseis.

fonte: https://www.israelnationalnews.com/News/News.aspx/241918

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