Quadrilha presa cobrando por serviços que não eram prestados

Vinte e nove pessoas foram presas na terça-feira como parte de uma investigação secreta conduzida pela Unidade Nacional da Polícia para Combate ao Crime Econômico (NUCEC), que agora se tornou pública. A investigação estava em curso no ano passado como parte da colaboração da NUCEC com a Autoridade Fiscal de Israel, o Ministério Público de Tel Aviv e a Autoridade de Proibição de Lavagem de Dinheiro.

As prisões dos suspeitos marcaram a primeira vez que  suspeitos de crime econômico foram presos. A organização funcionou de forma metódica e ordenada, de forma semelhante a outros grupos do crime organizado, para defraudar o estado, os reguladores e as autoridades fiscais.

O Tamanho  da fraude foi estimada em um bilhão de shekels, começando em 2015 e  até recentemente. Centenas de investigadores e detetives, acompanhados por funcionários do Ministério da Justiça, trabalharam no caso.

As operações da organização centraram-se na emissão de faturas fictícias, com os membros do grupo dividindo as responsabilidades usando diferentes empresas – algumas delas “superando” as faturas sem realizar qualquer trabalho, tornando os membros elegíveis para o desconto do imposto sobre valor agregado de 17%.

O dinheiro era então lavados usando cambistas. As empresas envolvidas operavam nos setores de construção e importação de empregados estrangeiros.

A organização era composta por vários níveis, com operações executivas ocorrendo na Espanha e lideradas por uma pessoa com antecedentes criminais prévios, que serão extraditados para Israel. Um funcionário do banco também foi preso.

 

fonte:https://www.ynetnews.com/articles/0,7340,L-5072014,00.html

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